terça-feira, 6 de outubro de 2015

Inscrições Creche e Pré - Escolar e CATL




Informamos que estão abertas as inscrições para crianças dos 0 meses aos 12 anos!
A inscrição deve deve ser formalizada  nos nossos serviços administrativos na rua Tenente Sanches de Miranda , 68 em Beja, no horário entre as 9 h e as 18 h 30 de segunda a sexta feira.


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Papa Francisco diz que os pais que têm tempo para filhos é que merecem o Nobel

O papa Francisco afirmou nesta quarta-feira que os pais e mães que encontram tempo para tudo, sobretudo para os filhos, "poderiam ganhar o Nobel", na catequese que pronunciou durante a audiência geral na praça de São Pedro.
Na semana passada, o jornal argentino "La Nación" publicou que o nome do papa aparece em uma lista de 20 possíveis indicados ao Prêmio Nobel da Paz, definida pela fundação norueguesa que concede a honraria.

Francisco dedicou sua catequese à importância da oração na família e afirmou que "apesar do complicado que é o tempo na família, sempre ocupada, com mil coisas que fazer, a oração nos permite encontrar a paz para as coisas necessárias, e descobrir o gozo dos dons inesperados do Senhor, a beleza da festa e a serenidade do trabalho".

O pontífice explicou como para as famílias de hoje "é um período complicado, porque os pais têm muitas coisas que fazer", mas elogiou os "que conseguem ter tempo para tudo: para o trabalho, para a casa e sobretudo para os filhos".

"Resolvem tudo com uma equação e nem os grandes matemáticos saberiam resolver. As 24 horas do dia parecem 48. Há mães e pais que poderiam ganhar o Nobel", considerou.

Francisco também pediu aos católicos que leiam o evangelho diariamente e em família. "Quando nos sentemos à mesa, digamos juntos uma oração com singeleza".

Também insistiu que as mães e os pais ensinem "a fazer o sinal da cruz às crianças".

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Pré escolar

“Tudo o que eu devia saber na vida,
aprendi no jardim de infância





Grande parte das coisas que preciso de saber sobre a vida, sobre o que fazer e como ser, aprendi no jardim de infância...
A sabedoria, afinal, não estava no topo de uma montanha chamada Universidade mas sim na caixa de areia da minha escola.

Eis as coisas que aprendi:
A compartilhar... a não fazer batota... a não magoar os outros... a arrumar o que desarrumei... e a limpar o que sujei.

A não tirar o que não me pertence, a pedir desculpa quando magoo alguém.

A lavar as mãos antes de comer. A puxar o autoclismo.

Aprendi que o leite faz bem à saúde. Aprendi a aprender, a pensar e também que desenhar, pintar, cantar e dançar era bom... a dormir a sesta... a ter cuidado com o trânsito... a dar a mão, a ser solidário.

Vi a semente a crescer no copo de plástico; as raízes descem e a planta sobe. Embora não saiba porquê, gosta-se.

Os peixes dourados, os hamsters, os ratinhos brancos... (e mesmo a planta no copo de plástico) morrem. Nós também.

E lembro-me dos primeiros livros, da primeira palavra que aprendi: vê! É isso que tenho feito sempre.

Se todos - em todo o mundo - tivessem tomado um copo de leite às quatro da tarde, depois de terem dormido a sesta, o mundo estaria bem melhor.

Ou se houvesse uma política de base no nosso país - e em todos os outros - de devolver o que não é nosso e de limpar o que sujamos.

E também sei que é verdade, que ainda é verdade, que no mundo o melhor é dar as mãos... e ficarmos juntos.”



Robert Fulghum    





BEM-VINDOS AO NOVO ANO LETIVO!   

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Alentejo sempre vivo

O Alentejo não adormece
Na bela Aurora se veste
Sua melodia murmura
O Sol ardente o aquece
Quando ele desaparece
Vai semeando amargura
 
Com o luar vai falando
Ele o vai despertando
Com os seus raios de prata
Á fonte vai beber
De noite consegue ver
A saudade que mata
 
Ela anda a vaguear
Para no coração entrar
Muitos há infelizmente
O nosso Alentejo não esquece
Mesmo longe permanece
No coração da sua gente
 
Seu berço de embalar
Pouco mais pudeste dar
Da tua fértil riqueza
O homem assim o quis
Ele te fez infeliz
Estragando a Natureza
 
O Alentejo sabe chorar
Ao pôr do sol se vai deitar
A ver o regato correr
Lembre o tempo passado
Por muitos desprezado
Sem nada poder fazer.
 
Autora do Poema: Cliente D. Maria Antónia Borges